MÉTODO FORMALISTA
Jacques – Louis David – O rapto das Sabinas, 1799
Parte da pura visibilidade, onde as
formas têm um conteúdo significativo próprio, que não se detém na descrição ou
ilustração, mas na representação universalizada ou idealizada. Apela para aquilo
que vemos através da observação, através dos olhos, ou seja, os esquemas
formais, os contrastes, as cores, a distribuição das linhas. Estuda a formação
da obra de arte na consciência do Artista. Pressupõe a existência de modelos
formais próprios que exprimem uma concepção de mundo e de espaço. Formas
exprimem um conteúdo próprio – a “pura visualidade”. Despreocupação com o tema,
o sentimento, as emoções, harmonia das formas e preocupação com as
proporcionalidades.
MÉTODO SOCIOLÓGICO
Gentile da Fabriano – Adoração dos Magos, 1423
O artista estabelece uma comunicação
entre a imagem e o grupo social, a obra de arte é produzida no interior de uma
sociedade e de uma situação histórica específica. Estuda a génese e a existência
da imagem na realidade social. Já é necessário ter conhecimentos sobre a imagem
e neste caso interessa o contexto sociológico. É necessário descodificar toda a
informação que a imagem nos transmite. A imagem veicula (muitas vezes) uma
história social vista no espelho da arte. A obra de arte é determinada por
interesses que a circundam. Nenhuma arte tem um valor universal, variando de
época para época e de lugar para lugar e é sempre um facto social por ser
linguagem.
MÉTODO ICONOLÓGICO
Cândido Portinari – Os
Retirantes, 1944
Para PANOFSKY iconologia deriva do
sufixo “grafia” e denota algo descritivo, o sufixo “logia” deriva de logos,
quer dizer “pensamento” e denota algo interpretativo. Assim, iconologia é,
portanto, um método de interpretação, advindo da síntese mais do que da
análise. Não se trata de falar somente do que se vê, mas de compreender os
significados implícitos, que exigem um longo caminho de construção do
pensamento. Parte da premissa de que a atividade criativa (artística ou não)
tem impulsos ao nível do inconsciente individual e coletivo, sendo a iconologia
o percurso da imagem na imaginação. Neste caso já é necessário saber tudo sobre
o que a imagem nos transmite. A história da arte estuda imagens enquanto
linguagem, enquanto a iconologia as estuda como elemento simbólico.
MÉTODO
ESTRUTURALISTA
Wassily Kandinsky – Composição VIII, 1923
Salvador Dali – O Sono, 1937
Método que apela para o estudo do sinal – os significantes e a comunicação. O estudo do sinal (semiologia) parece ter tendência para subtrair o estudo da arte às metodologias históricas, instituindo-o como ciência absoluta, substituindo a versatilidade das interpretações pela decifração rigorosa dos sinais, mediante a determinação dos códigos. A duplicidade da informação – estética e não estética. A arte é comunicação e, portanto, está ligada à linguagem. A arte é expressiva e por si só uma linguagem, é um organismo que vive por conta própria, exprime a personalidade de seu autor. Revela um sentido das coisas, ensina uma nova maneira de olhar e ver a realidade.
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Grelha
de Observação de uma Imagem
Disciplina:
Ciências Físico – Químicas
Destinado a: Alunos de 7º ano de
escolaridade
Finalidade: Esta
imagem refere-se aos principais planetas que constituem o nosso Sistema Solar.
Podem indicar-se diferenças essenciais entre um planeta e uma estrela e
descreverem-se os modelos geocêntrico e heliocêntrico.
Grelha
de Observação de uma Imagem Preenchida
SITOGRAFIA
http://pt.scribd.com/doc/65454691/aula-de-critica








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